quarta-feira, 5 de setembro de 2012

ADOLESCÊNCIA - Por que a mudança de comportamento?

             ADOLESCÊNCIA - Por que a mudança de comportamento?

Que é o que motiva a mudança que se opera no caráter do indivíduo em certa idade, especialmente ao sair da adolescência?
É que o Espírito retoma a natureza que lhe é própria e se mostra qual era. (...)


A adolescência é aquele período situado desde o início da puberdade (aproximadamente 12/13 anos) até atingir o estado adulto.
Quando está na infância, o espírito se acha em gradativo despertar de seu acervo espiritual, arquivado na mente, em um "departamento" (setor) chamado subconsciente (onde todas as experiências das encarnações passadas estão guardadas), período este em que vai adaptando-se à nova encarnação.
Quando a adolescência chega, este processo está completado, e paulatinamente abrem-se as comportas dessa imensa "represa" que é o subconsciente, liberando toda a carga de tendências, instintos, gostos, desejos, ideais, sentimentos, vícios e virtudes que o espírito está trazendo de seu rico passado de experiências multimilenares, criando um torvelinho na razão e no sentimento do jovem, que passará a demonstrar transformações crescentes da personalidade, com mudanças bruscas de comportamentos, atitudes, no seu caráter em si. Os pais então se assustam, muitas vezes não sabendo conviver produtivamente com seus filhos, pois a personalidade do adolescente revela uma expansão das emoções, instabilidade emocional (ora alegre, ora triste, ora entusiasmado, ora desalentado), períodos de revolta, instropecção, meditação, exaltação, um imenso vigor e vitalidade das forças físicas e psíquicas, muito idealismo, e nesta fase inicia-se o despertar da sexualidade, provocando uma alteração brusca na maneira de ver e conduzir a própria vida.
Nossos filhos adolescentes reclamam dos pais mais do que receberam na infância: mais orientação, mais incentivo, mais apoio.
Emmanuel ressalta que "essa fase de existência terrestre é a que apresenta maior número de necessidades no capítulo da direção".
Não são somente aqueles cuidados como na infância, mas também a preocupação de que nossos filhos estejam preparados para os primeiros vôos e para enfrentarem o desafio do mundo que está fora do refúgio doméstico.
Os pais que não aproveitarem ainda os primeiros dias da infância para educar os filhos, aperfeiçoando-lhes o sentimento e o caráter, não terão base para lidarem com os adolescentes em seu lar, pois trabalho educativo deve iniciar-se junto com a chegada dos filhos ao ninho doméstico.
Faz-se necessário a vigilância sobre as tendências de nossos filhos e também sobre nossas atitudes para com eles, a fim de evitar que, em vez de fertilizar as boas sementes, estejamos adubando a erva daninha em seu coração.

SEXO ANTES DO CASAMENTO

                                                      SEXO ANTES DO CASAMENTO

 Ideal seria que não fosse necessário legalizar uma união já abençoada pelo amor; contudo, o casamento, entre nós, criaturas humanas, ainda se faz assinalar pelas explosões do instinto e não pelas manifestações da emotividade superior. Elegemos os parceiros por impulsos sexuais, não pela realidade afetiva. Quando amamos, o sexo entra como complemento, não sendo fundamental. Quando nos deixamos arrastar pelo sexo, o amor aparece como chama terrível de paixão momentânea, que arde na palha do desejo e logo passa . . .
Na área do sexo pré-matrimonial ou do chamado sexo-livre, adotemos o comportamento do respeito à criatura humana. Livre, o sexo sempre foi. A questão é que, biologicamente, necessita-se de um parceiro e com ele se deve assumir a responsabilidade emocional, pois, mesmo na área da sensação, o sexo estabelece vinculações afetivas, e a pessoa eleita deve ser respeitada e mantida na esfera de nossa emotividade. Não basta, apenas, atender à necessidade fisiológica e abandonar o outro como quem deixa um prato servido, após o repasto. O outro pode se afeiçoar a nós e surgirem implicações de natureza cármica. Podemos traumatizar a personalidade do(a) companheiro(a), levando-o ao suicídio. Isto será anotado em nossa ficha cármica. O mal por nós inspirado é de nossa responsabilidade, tanto quanto o bem que produzimos.
Um rapaz, contou-me que foi um pervertido em gênero, número e grau, e mesmo no Espiritismo não conseguia superar as suas más inclinações. Na Casa Espírita encontrou moças insensatas que se lhe vincularam, até que a consciência lhe disse: “Basta”.
Depois de desencaminhar tantas moças, o rapaz venceu, apesar do número de jovens sonhadoras e levianas que ainda se atiravam nos seus braços. Ele fez um trabalho de reeducação. Porque o sexo tem o seu departamento próprio – o genésico – mas hoje a mente das pessoas está no sexo; é a cabeça sexual.
O estômago, quando se come demais, tem indigestão. Qualquer órgão de que se abusa, sofre o efeito imediato. O problema do sexo é a mente. Criou-se o mito que a vida foi feita para o sexo, e não o sexo para a vida. Depois da revolução sexual dos anos 60, o sexo saiu do aparelho genésico e foi para a cabeça. Só se pensa, fala respira sexo. E quando o sexo não funciona, por exaustão, parte-se para os estimulantes, como mecanismos de fuga, o que demonstra que o problema não é dele, e sim, da mente viciada. Se o problema fosse do sexo, as pessoas ‘saciadas’ seriam todas felizes, o que, realmente não se dá. Ou a criatura conduz o sexo, ou este a arruína. Ou se disciplina o estômago, ou se morre de indigestão.
Tenho aprendido, com a experiência pessoal e com a adquirida em nossa comunidade, que o sexo antes do casamento constitui um mecanismo de desequilíbrio. Mesmo porque, com tanto sexo antes do casamento, já não se faz necessário casamento depois do sexo. É perfeitamente natural, embora não justifique nem estimule que a pessoa, num arrebatamento afetivo, em um momento, realize uma comunhão sexual. Não encaro isso como escândalo, porque o sexo, como qualquer departamento orgânico, é setor de vida. O que me parece grave, é que a esse momento de arrebatamento se sucederão outros, como a sede de água do mar, que, quanto mais se bebe mais sede se tem. Vemos casos de frustrações sexuais terríveis, de neuroses, psicoses, porque as pessoas foram traídas nos seus sentimentos profundos, pelo abandono a que foram relegadas.
A sugestão ao jovem espírita é a atitude casta. Uma atitude casta não quer dizer isenta de comunhão carnal, mas sim, de respeito, de pureza. Colocar o sexo no lugar e o amor acima do sexo, que moralizado pelo amor, sabe-se quando, como e onde atuar. Quando mencionamos castidade, não nos referimos à abstinência total e absoluta, mas ao respeito. Um casal que se respeita vive castamente.
Portanto, quando se ama, não se atira o outro na ruína. O sexo, antes do matrimônio, deve ser muito bem estudado, porque, sob a alegação de que se ‘tem necessidade’ dele, não se o torne vulgar. Cada consciência eleja para o próximo o que gostaria que o próximo elegesse para si. Quando Deus colocou a cabeça acima do sexo foi para que ela o conduzisse e não esse a dirigisse. Há quem alegue que "a carne é fraca", mas na verdade "fraco é o espírito", já que é ele que está no controle de tudo.
Vemos nos veículos de comunicação, o sexo transformado em atividade tão trivial como pentear o cabelo ou cortar as unhas. Aliás, cortar unhas não é brincadeira. São vinte dedos. O indivíduo acha que tem que ter vinte experiências por mês; outros há que tem quarenta. Ficam exauridos fisiológica, psicológica e estruturalmente. Sempre insatisfeitos.
Por isso, sugerimos aos jovens a forma como encontrar saúde e paz:
amem, e o amor dirá o que fazer. Se tiverem o sexo pré-conjugal, procurem honrá-lo através do matrimônio.


A ética do aborto

A ética do aborto
Abortamento é, segundo uma definição obstétrica, a perda da gravidez antes que o embrião e posterior feto seja potencialmente capaz de vida independente da mãe. O processo é também chamado aborto, embora em termos científicos esta palavra designe o resultado da ação.
No Brasil, está legalizado em determinados casos: se não houver outro meio de salvar a vida da gestante, se a gravidez resultar de estupro e a futura mãe desejar interrompê-la, os médicos poderão praticar um aborto sem serem punidos (artigo 128 do Código Penal). Fora esses dois casos, trata-se de um crime previsto por lei, e nisso está incluído o abortamento voluntário.

Mas que bases são utilizadas pra determinar algo como criminoso ou não? Até que ponto as questões morais servem como embasamento para regrar a sociedade? A ética em torno de questões como o aborto, geralmente vêm permeadas por influências religiosas. As igrejas cristãs, por exemplo, sejam católicas ou protestantes, fundamentam suas doutrinas no ponto crucial do respeito à vida humana, da igualdade de todos perante a Deus, por isso, o feto também já seria considerado como ser vivo e não poderia ser morto. As descobertas científicas do século XX não foram assimiladas pela teologia. A maioria dos estudos conhecidos nessa área datam das últimas décadas, porque até então a força da Igreja católica era maior e impedia que verbas fossem aplicadas em pesquisas nesse setor da ciência, por receio que as inovações pudessem ir contra as leis divinas.

Além do que, partindo já desde os primórdios da humanidade, a mulher sempre foi inferiorizada, sendo culturalmente educada para se casar e ter filhos, como objetivo máximo a ser alcançado. Apesar de muito dessa repressão já estar sendo m
odificada, ainda restam traços marcantes, como o fato de a mulher ser obrigada perante a lei, a Igreja e os valores morais e éticos, a ter um filho quando esse já está sendo gerado, mesmo que ela saiba que talvez não tenha condições financeiras e/ou psíquicas de educar uma criança nesse período.
O controle pelas mulheres de sua reprodução representaria um poder político importantíssimo; dessa forma, só colocaram filhos no mundo quando a maternidade não as impedisse de ser economicamente independentes e quando julgassem ter tempo disponível para a criação de um bebê.

No entanto, as leis brasileiras (porque em alguns países de primeiro mundo como a Alemanha e Estados Unidos, o aborto é liberado), ao proibirem o abortamento, acabam induzindo milhares de mulheres a recorrerem á clínicas clandestinas privadas, onde muitas vezes são submetidas a métodos anti-higiênicos. Algumas morrem e grande parte delas chegam de urgência aos hospitais. A questão é que em um momento de desespero, frente à uma mudança brusca do ritmo de vida, pretensões futuras ou dificuldades financeiras, independente da lei, da ética ou do que quer que seja, grande parte das mulheres acabam pensando em abortar e muitas só não o realizam por medo de que a finalização da gravidez não seja efetivada de maneira concreta podendo causar ainda um filho com problemas físicos e/ou mentais.

Certas questões éticas a esse respeito surgem a todo o momento. Por que os bebês de proveta seriam permitidos então? Os cientistas reimplantam diversos óvulos fecundados em cada tentativa para tentar engravidar uma mulher, a fim de aumentas as probabilidades de acerto. Se a Justiça considera um atentado à vida o aborto voluntário, por que não considera criminoso o cientista que obtém “seres vivos” sabendo de antemão que uma alta porcentagem deles vai “morrer”?

Talvez porque mais uma vez iremos nos deparar com questões repressoras, onde a mulher muitas vezes é considerada apenas uma “incubadora” para os filhos. Dessa forma, quando é para abortar, a finalização do óvulo é considerado crime, no entanto, quando é para manter o que a sociedade impõe ao seu papel, a gravidez, tal recurso é permitido.

A abordagem utilitarista não reconhece valores morais individuais, encaixando-se na proposta desse artigo, que propõe uma defesa ao ato do aborto.

A ética utilitarista representa uma das mais influentes teorias no campo da Filosofia Moral Contemporânea. Trata-se de um interlocutor obrigatório em qualquer estudo específico sobre esta temática. Por isso, toda tentativa de rediscussão e redefinição dos conceitos morais existentes requer a priori uma tomada de posição em relação às idéias colocadas por esta linha de pensamento. Os postulados dessa ética utilitarista são bem conhecidos. Na verdade, o ponto de partida pode ser indicado por aquilo que se denomina principio da utilidade, a ser formulado da seguinte maneira: uma ação é uti e, portanto justa, ética e correta, quando traz mais felicidade do que sofrimento aos atingidos. Deste modo o prejuízo de alguns poderia ser justificado pelo benefício de outros, desde que estes estivessem em maior número (cálculo de maximização do bem).

Para refletir se o aborto é permissível, o utilitarista não se preocupa com questões como o direito da mulher sobre o seu corpo ou sobre o direito à vida do feto. A questão primordial nessa corrente filosófica é apenas saber se o ato de abortar afeta o bem estar dos envolvidos.

Como o feto não é considerado como dotado de bem-estar, portanto não tendo nenhum interesse envolvido, fica evidente que esses não possuindo um estatuto moral, abortá-los é totalmente ético e permissível. Sendo assim, o utilitarista define que a destruição de um feto não senciente, longe de ser equiparável ao homicídio, está na mesma categoria moral que a destruição de um vegetal.

A ética utilitarista não acredita na universalidade da moral, propondo que todo o debate que surja nesse sentido, sempre estará impregnado de uma subjetividade pessoal e única do indivíduo. Dessa forma, o utilitarismo refere-se a um raciocínio ético, devido a possibilidade de justificarmos nossos atos através de percepções individuais. No entanto, toda opinião formada está imersa em um caráter universal. Segundo esse raciocínio, surge a necessidade de uma ética utilitarista, pois essa traria juntamente uma consideração pelo interesse dos outros. Segundo ALVES, a conjugação dos meus interesses com os dos outros faria surgir então o inevitável cálculo da maximização dos benefícios e minimização dos prejuízos. Portanto o utilitarista seria a ética mínima, dentro da pretensão da universalidade inerente ao raciocínio ético.

Partindo desses pressupostos, a ética do aborto, segundo a proposta desse artigo, está construída segundo a história de vida do indivíduo. No entanto, estará sempre impregnada de uma visão social, internalizada desde a infância. São estruturas de pensamento aprendidas já na escola e que de acordo com Pascal apud Morin, acabam comandando o nosso discurso inconscientemente.
O equilíbrio, dentro dessa perspectiva, seria a defesa do ato do abortamento, visto que assim beneficiaria tanto a mãe, aquela que no momento não pretende ter um filho, quanto a sociedade brasileira, onde a população cresce em um ritmo demasiadamente acelerado. O aumento excessivo e descontrolado da população é a principal causa da miséria no país. Seria desumano apresentar mais um ser à sociedade, sem que ele tivesse acesso à saúde, habitação, alimentação e disposição dos pais para criá-lo, assegurando-lhe uma condição no mínimo digna de vida.

Sendo assim, fica evidenciado a meu ver, que àqueles que lutam pelo direito à vida do embrião, acabam por negar a existência dos direitos humanos adquiridos pela mulher muito antes da existência do feto. Feto este que só teria uma vida digna e justa se tivesse um investimento bio-psiquico por parte dos pais, caso contrário, seria injusto tanto com a criança quanto com a sociedade, dispor de mais um ser humano sem condições suficientes de sobrevivência. A ética utilitarista vem nesse sentido auxiliando o entendimento da questão e propondo diversos argumentos lógicos nesse sentido. A legalização do abortamento simplesmente daria o direito a cada um escolher o que é melhor para si, ao contrário de uma imposição de lei que possa causar grandes transtornos no futuro, tanto para a mãe, quanto para a criança.

                                          

sábado, 1 de setembro de 2012

Agricultura de Israel

Agricultura de Israel

A Agricultura em Israel é um dos aspectos econômicos mais desenvolvidos. Israel é um grande exportador de produtos hortícolas e frutícolas, e líder mundial em pesquisa agrícola, apesar de sua geografia extremamente hostil à prática das atividades agrícolas. Mais da metade do país é composta de solos desérticos, com pouquíssima incidência pluviométrica e um clima hostil. Apenas 20% das terras de Israel são aráveis[1].
A agricultura representa 2,5% do PIB total e 3,6% das exportações[2]. Enquanto os trabalhadores agrícolas israelenses representam apenas 3,7% da força de trabalho interna, eles produzem 95% dos produtos naturais consumidos dentro de Israel. Os 5% restantes são complementados com importações de cereais, sementes oleaginosas, carne, café, cacau e açúcar.
Israel possui dois tipos exclusivos de comunidades agrícolas, o kibbutz e o moshav. Ambos os sistemas foram desenvolvidos nos primórdios da imigração judaica para a antiga Palestina, no século XIX, e serviram como atrativos para o estabelecimento dos colonos que fundaram o moderno Estado de Israel a partir de 1948.

Atualidade

A importância da agricultura na economia de Israel tem decrescido ao longo do tempo, representando valores decrescentes do PIB. Em 1979, a agricultura foi responsável por pouco menos de 6% do PIB, em 1985, 5,1%, e hoje, 2,5%. Em 1995, existiam 43000 unidades de exploração agrícola, com um tamanho médio de 13,5 hectares. 19,8% destas tinham menos que um hectare, 75,7% possuíam 1-9 hectares, 3,3% tinham entre 10 e 49 hectares, 0,4% tinham entre 50 e 190 hectares, e 0,8% eram maiores que 200 hectares. Dos 380000 hectares cultivados em 1995, 20,8% estavam sob cultivo permanente e 79,2% em cultivo em rotação.

Tipos de cultivo

A maior parte da agricultura de Israel é baseada em princípios cooperativos, criados no final do século XIX e que evoluiu até sua forma atual ao longo do século seguinte[2]. Israel é o berço de duas formas exclusivas de assentamentos agrícolas: o Kibutz (plural “kibutzim”) – comunidade coletiva em que os meios de produção, responsabilidades e lucros são de propriedade geral; e o Moshav (plural “moshavim”) –vila agrícola onde cada família tem direito a manter a sua própria casa e trabalhar em sua própria terra, enquanto a compra e comercialização são realizadas de forma cooperativa[2].

Produção agrícola

Frutas e legumes

Devido às enormes diferenças de tipos de solo e do clima em todo o país, Israel é capaz de cultivar uma grande variedade de produtos, mesmo com um território tão reduzido. A produção israelense inclui sorgo, trigo e milho.
As frutas e os legumes mais popularmente cultivados são os cítricos (abacaxi, laranja, limão e kiwi), bem como frutas típicas dos trópicos, como a goiaba, o abacate, a banana e a manga. Tomates, pepinos, pimentões e abobrinhas são cultivados em todo o país, enquanto os melões são colhidos durante os meses de inverno[3]. Israel é um dos líderes mundiais em produção de citrinos frescos, incluindo grapefruit, tangerinas e os “pomelit”, um híbrido de laranja e pomelo desenvolvido localmente. As regiões subtropicais do país produzem tâmaras, enquanto nas colinas do norte as maçãs, pêras e cerejas são plantadas. Além disso, os vinhedos são encontrados em todo o país, o que impulsiona a crescente indústria vinícola israelense ganha o mercado mundial[2].
Mais de quarenta tipos de frutas são cultivadas em Israel. Além das cítricas, e incluem ameixas, nectarinas, morangos, pêra espinhosa (tzabbar), caquis, nêsperas (shesek) e romãs. Israel é o segundo maior produtor de nêsperas do mundo.
Em 1997, a produção de algodão rendeu um lucro de 107 milhões de dólares. A cultura de algodão ocupa 28.570 hectares de terra, irrigadas por gotejamento.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Piadas

















Conclusão: Gabriela, cravo e canela. Segunda geração (1930-1945) – Prosa JORGE AMADO

Conclusão:
Gabriela, cravo e canela.
Segunda geração (1930-1945) – Prosa
JORGE AMADO

Jorge Amado teve todos os momentos da sua vida ligados a uma obra em que fez a cada momento dela, e cada obra de deixar qualquer autor de “queixo caído” escrevia como ninguém e a cada novo livro um novo rumo de historia em novos personagens, novas situações e um novo sucesso.
Livros que foram consagrados e que até hoje são lidos por gerações e gerações e que se perpetuara por sua autenticidade.
Ele foi um mito que e lembrado até hoje, ao falar em cultura lembramos de Jorge Amado.
Passou por diversas situações tristes em sua carreira como a morte da sua filha, a morte de sua ex-mulher mais nada tirou dele a delicadeza e simplicidade ao escrever diversos livros.
Obra de grande sucesso nacional e internacional, Gabriela Cravo e Canela, marcou o nosso país pela simplicidade e honestidade com que foi passada. Jorge Amado grande jornalista, romancista e memorialista e brasileiro, soube mostrar como ninguém um romance, baseado nos tempos de escravidão e progresso em Ilhéus.
Após a conclusão do trabalho pudemos conhecer um pouco mais do autor e da obra Gabriela Cravo e Canela, pudemos sentir como o amor é forte e ultrapassa todas as barreiras.
Com seu jeito de menina levada, Gabriela conquistou não só Sr.Nacib e todos os garanhões daquela época, mas também à todos os brasileiros e à nós, Gabriela mostra que não se precisa de luxo para ser feliz que a vida é feita de escolhas e que delas trilhamos o melhor caminho, Gabriela não fez o que era prudente traindo Sr. Nacib com Tonico Bastos, mas essa foi a forma que ela encontrou para mostrar a ele que ela não gostava de ser “presa” a um casamento.

Seus livros traçam um verdadeiro e completo quadro do povo brasileiro em especial os baianos. A linguagem simples, marcada por expressões populares, a preocupação com os costumes e o bom humor fizeram dele um dos escritores mais queridos do Brasil.

Sua vasta obra é dividida em função dos temas:

Romances da Bahia: retratam a vida das classes oprimidas de Salvador, denunciam as desigualdades sociais, entre eles destaca-se: Capitães de Areia.

Romances sobre o ciclo do cacau: retratam a exploração dos trabalhadores rurais pela economia latifundiária do Nordeste. Entre eles destacam-se: Cacau e Terras do Sem Fim.

Crônicas de costumes: partem dos cenários do agreste e da zona cacaueira para uma reflexão sobre a vida, os amores e os costumes da sociedade. Entre eles destacam-se as famosas figuras femininas como: Gabriela, cravo e canela, Dona flor e seus dois maridos, Tieta do Agreste e Tereza Batista cansada de guerra.

Biografia do Autor:Jorge Amado.

Biografia do Autor:
        Jorge Amado.

Jorge Amado foi um dos principais escritores da literatura brasileira, um dos representantes do ciclo do romance baiano, Filho de João Amado de Faria e de D. Eulália Leal, Jorge Amado de Faria, nasceu em Itabuna, Bahia, em 10 de agosto de 1912. É considerado é dos principais representantes do romance regionalista da Bahia.
Este romancista brasileiro é um dos mais lidos no Brasil e no mundo. Com livros traduzidos para diversos idiomas, suas obras refletem a realidade dos temas, paisagens, dramas humanos, secas e migração. 
Escritor desde a adolescência. Jorge Amado segue o estilo literário do romance moderno. Em seus livros existe o domínio do físico sobre a consciência. Suas personagens geralmente são plantadores de cacau, pescadores, artesãos e gente que vive próximo ao cais, em Salvador, capital da Bahia.
O estilo deste autor também é conhecido como romance da terra e seus livros possuem uma linguagem agradável e de fácil compreensão. Suas obras literárias conquistaram não só os falantes da língua portuguesa como de outros idiomas: inglês, espanhol, francês, italiano, alemão, etc.
Em dezembro de 1933, casa-se com a primeira mulher, Matilde Garcia Lopes, com quem tem uma filha, Eulália. Separa-se de Matilde em 1944.
Em 1946,  conhece Zélia Gattai, com quem passa a viver.e nasce seu primeiro filho, João Jorge.
Em 1949, sua filha Eulália morre de causas não conhecidas.
 Em 1951, nasce a filha Paloma, Fixa residência no Rio de Janeiro e passa a produzir e viver da literatura modestamente.
Jorge Amado sofre um edema pulmonar no ano de 1996 e logo depois submetido a uma angioplastia, a partir de então vive uma vida de privações e de tristeza, pois não conseguia mais enxergar direito e, por isso, tinha dificuldade em ler e escrever e por não poder comer mais o que gostava.
Em 2001, é internado com crise de hiperglicemia e tem uma fibrilação cardíaca. Volta a sua casa, mas passando mal novamente, morre no dia 06 de agosto, em Salvador, aos 88 anos de idade. Morreu quatro dias antes de completar 89 anos de idade.
São seus livros:
O País do Carnaval, Cacau, Jubiabá, Terras do Sem fim, A Morte e a Morte de Quincas Berro d´Água, Seara Vermelha, O Cavaleiro da Esperança, O Mundo da Paz, Os Subterrâneos da Liberdade, Gabriela, Cravo e Canela, Suor, Mar Morto, Capitães de Areia, São Jorge dos Ilhéus, Os Velhos Marinheiros, Os Pastores da Noite, Dona Flor e seus Dois Maridos, ABC de Castro Alves, O Amor do Soldado, Bahia de Todos os Santos, A Estrada do Mar, Tereza Batista Cansada de Guerra, Tieta do Agreste, Farda Fardão e Camisola de Dormir.
É representante da segunda fase do Modernismo no Brasil, voltada aos romances regionalistas. No entanto, a obra de Jorge Amado é dividida pelos críticos literários em:

1°:. romances da Bahia ou proletários que retratam a vida na cidade de Salvador, como é o caso de Suor, O país do Carnaval e Capitães da areia.
2°:. romances ligados ao ciclo do cacau, que correspondem aos livros Cacau e Terras do sem fim.
3°:. crônicas de costumes, começadas com Jubiabá e Mar Morto e estendendo-se por Gabriela, cravo e canela.